A ouvidora-geral e ouvidora da Mulher do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargadora federal Ana Cristina Ferro Blasi, está participando, nesta semana, da 13ª edição do Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais (Cojud). O evento acontece entre os dias 5 e 8 deste mês de novembro na cidade de Manaus, no estado do Amazonas. O evento reúne representantes das ouvidorias dos tribunais de justiça estaduais, regionais federais e militares e tem como anfitriã a Ouvidoria-Geral do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM). A solenidade de abertura do evento aconteceu, nesta quarta-feira (5/11), no Salão Rio Solimões do TJAM. Participam das atividades 43 representantes de tribunais de 23 estados brasileiros que estão debatendo as boas práticas e a uniformidade de procedimentos na gestão das ouvidorias judiciais. O objetivo é colaborar com um Poder Judiciário mais eficiente, colaborativo, transparente, ético e responsável, com ênfase no relacionamento com os cidadãos. Durante o evento, a desembargadora Ana Blasi vai realizar reunião com os ouvidores e ouvidoras dos Tribunais Regionais Federais que também participam do encontro, a fim de tratar de temas comuns às Ouvidorias da Justiça Federal e alinhar ações conjuntas como o projeto de encontro nacional das Ouvidorias dos TRFs e demais temas correlatos. O encerramento do encontro terá a presença do corregedor-nacional de Justiça, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Mauro Campbell. Na ocasião, será apresentada a Carta de Manaus, documento que consolidará as propostas discutidas pelos ouvidores e ouvidoras do Judiciário, ao longo do encontro. O Cojud O Colégio de Ouvidores Judiciais foi fundado em março de 2015 e agrega magistrados dos Tribunais de Justiça Estaduais, dos Tribunais Regionais Federais e dos Tribunais Militares, que estejam no cargo de ouvidor, com intuito de incentivar a integração das Ouvidorias Judiciais de todo o país. Atualmente, o colegiado é presidido pelo desembargador Altair de Lemos Júnior, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). Compõem o corpo diretivo o desembargador Abraham Peixoto Campos Filho, do TJAM, como 1º vice-presidente; o desembargador Eduardo Sertório, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), como 2º vice-presidente; o desembargador Afonso Faro, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), como 1º secretário; e o desembargador Flávio Boson, do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), como 2º secretário. ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br) Representantes das Ouvidorias de tribunais de todo o país participam da 13ª edição do Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais () A ouvidora-geral e ouvidora da Mulher do TRF4, desembargadora federal Ana Cristina Ferro Blasi, participa dos debates do evento () A ouvidora do TRF4, desembargadora federal Ana Blasi, posa junto com os ouvidores do TRF6, desembargador federal Flávio Boson (esq.), e do TRF5, desembargador federal Rogério Fialho, durante o evento ()
1ª VF de Itajaí destina R$ 3,6 milhões a 62 entidades (06/11/2025)
No dia 05/11/2025, às 15h, foi realizada pela 1ª Vara Federal de Itajaí (SC) cerimônia de aprovação de projetos de destinação de valores oriundos de prestações pecuniárias, arrecadados por meio dos processos que envolveram fatos criminosos nos municípios que estão na competência da Vara. Foram contemplados 65 (sessenta e cinco) projetos de 62 (sessenta e duas) entidades públicas e privadas com finalidade social ou para atividades de caráter essencial à segurança pública, educação e saúde, com atendimento às previsões dos arts. 358-A e seguintes da Consolidação Normativa da Corregedoria Regional da Justiça Federal da 4ª Região (Provimento nº 69, de 04.06.2018 e alterações posteriores), da Resolução nº 295/2014 do Conselho da Justiça Federal e do disposto na Resolução n. 558, de 06/05/2024, do Conselho Nacional de Justiça. O valor total destinado às entidades foi de R$ 3.656.573,53 (três milhões seiscentos e cinquenta e seis mil quinhentos e setenta e três reais e cinquenta e três centavos). Participaram da cerimônia, presidida pelo Juiz Federal Marcelo Micheloti, mais de 75 (setenta e cinco) pessoas, incluindo o Procurador da República Michael von Muhlen de Barros Gonçalves, representando o Ministério Público Federal, a Presidente da Subseção da OAB de Brusque, Dra. Cristiana Melo Martiniuk Gerios, a Presidente da Subseção da OAB de Itajaí, Dra. Ana Paula Colzani e representantes das entidades beneficiadas, tanto presencialmente quanto por videoconferência. O magistrado destacou o importante papel desempenhado pelas entidades como representantes do Estado na fiscalização das penas de prestação de serviços à comunidade e ressaltou a necessidade de colaboração de todos para atingir a finalidade do processo criminal. Os representantes do Ministério Público Federal e da OAB também se manifestaram, reforçando as afirmações do magistrado e destacando o caráter ressocializador e reabilitador das medidas impostas aos réus encaminhados às entidades para prestação de serviços. Os representantes de algumas entidades se manifestaram, relatando a importância da destinação de valores pela Justiça Federal para a melhoria dos serviços prestados por suas entidades e a diferença que a execução dos projetos têm feito ao longo de vários anos de convênio com a Justiça Federal. Por fim, o magistrado reafirmou o compromisso da Justiça Federal em prestar auxílio às entidades, colocando a equipe à disposição para esclarecer dúvidas e resolver problemas envolvendo os projetos e os réus encaminhados para prestação de serviços sempre que necessário, e agradeceu a todos pela presença e contínua parceria com a Justiça Federal. Fonte: 1ª Vara Federal de Itajaí () () () ()
INSS deve conceder BPC a pessoa com deficiência visual (06/11/2025)
A 1ª Vara Federal de Santana do Livramento (RS) condenou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a conceder o benefício assistencial de prestação continuada (BPC) e pagar parcelas vencidas a um homem que teve o pedido negado em via administrativa. Ele precisou recorrer à justiça, pois é pessoa com deficiência visual e vive em situação de extrema pobreza. A sentença, publicada no dia 4/11, é da juíza Mariana Rezende Guimarães. O autor alegou que vive sozinho e de favor em residência de familiar, não possui renda e sobrevive de doações e da ajuda de amigos. Ele afirmou que apresenta deficiência visual, sendo totalmente cego do olho direito e é portador também de Diabetes mellitus insulino-dependente. O homem afirmou que teve o pedido negado pelo INSS, no dia 20/3/2024, sob a justificativa de que não “atende ao critério de deficiência para acesso ao BPC-LOAS”. Segundo a magistrada, a Constituição Federal, em seu art. 203, V, prevê como política assistencial a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e que não possui meios econômicos para sustentar a si, nem de ter essa necessidade provida pela sua família. Também, a Lei n. 8.742/1993, que regulamenta o direito no art. 20 e seguintes, conceitua pessoa com deficiência como aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que , em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Desse modo, se afasta apenas o modelo médico para considerar uma a concepção biopsicossocial da deficiência, em que os obstáculos enfrentados por essas pessoas, sejam urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações, comportamentais, e tecnológicas, são fundamentais para assim entender os os impeditivos diários na vida desses indivíduos. “Nesse passo, tendo sido constatado que uma pessoa é deficiente, independente da gravidade, está implícito que há barreiras impeditivas da usufruição de direitos”, afirma Guimarães. Ainda, a juíza frisa que a gravidade da condição não impede o preenchimento do requisito, sendo considerado apenas em avaliação conjunta a elementos que comprovem sua vulnerabilidade socioeconômica. “O fato de a pessoa com deficiência estar apta ao trabalho ou conseguir ter autonomia não descaracteriza sua condição, uma vez que são exercícios de seus direitos fundamentais”, indica. A magistrada julgou procedente conceder o benefício de prestação continuada à parte autora, o pagamento das parcelas condizentes desde o pedido, e o ressarcimento dos honorários periciais à Justiça Federal do RS. O que é o Benefício de Prestação Continuada? O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, previsto no art. 203, V da Constituição, é um direito social devido à pessoa idosa (acima de 65 anos) e ao portador de deficiência que não possuem meios de se sustentarem ou serem sustentados por suas famílias. Ele assegura um salário mínimo mensal e está vinculado ao critério de baixa renda, com renda por pessoa igual ou inferior a ¼ do salário mínimo. Quais os requisitos para alguém ser considerado portador de deficiência? A análise é abrangente, considerando mais que a condição médica, uma análise biopsicossocial. A Lei n. 8.742/1993, amparada no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei n. 13.146/2015), qualifica pessoa com deficiência como aquela que tem impedimento de longo prazo (mais de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br) Imagem ilustrativa (Freepik.com)
SJ de Toledo comemora 20 anos de instalação em solenidade neste 5/11 (05/11/2025)
A Subseção Judiciária de Toledo comemora 20 anos de sua instalação na cidade paranaense em uma solenidade nesta quarta-feira (5), na Câmara Municipal. O evento será a partir das 16h, com transmissão ao vivo pelo canal da JFPR no Youtube. A cerimônia terá participação do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargador federal João Batista Pinto Silveira, do diretor do Foro da Seção Judiciária do Paraná, juiz federal José Antonio Savaris, e da diretora do Foro da Subseção Judiciária de Toledo, juíza federal Raquel Kunzler Batista, bem como demais representantes do judiciário, executivo e legislativo, e servidores (as) da Justiça Federal. ()
Seis pessoas são condenadas por contrabando de vinte toneladas de laranjas oriundas do Uruguai (05/11/2025)
A 1ª Vara Federal de Rio Grande (RS) condenou seis pessoas por contrabando de cerca de vinte toneladas de laranja oriundas do Uruguai e apreendidas em Santana do Livramento (RS). A sentença, publicada no dia 30/10, é do juiz Adérito Martins Nogueira Júnior. O Ministério Público Federal (MPF) denunciou cinco homens e uma mulher narrando que, no dia 04/02/2022, foi apreendida grande quantidade de laranjas durante transporte de carga importada de forma clandestina, sem pagamento dos tributos e sem a necessária licença de importação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Entre os documentos, apenas uma Nota Fiscal Eletrônica, ideologicamente falsa, indicava a venda da empresa da ré, sediada em Santana do Livramento (RS) para outra empresa localizada em São José do Sul (RS). O caminhão apreendido teria sido abastecido no Uruguai, em galpão de um dos réus, e acompanhado pela Polícia Federal Rodoviária após denúncia anônima, até Santana do Livramento. Após analisar o conjunto de provas, o magistrado afirmou que os seis réus tiveram participação no delito. Entre as ações dos denunciados estão a organização da logística, o transporte e a falsificação de nota fiscal, com nem todos os réus agindo presencialmente. Em seu interrogatório durante a lavratura do auto de prisão em flagrante, o homem que transportava a carga declarou ter carregado o caminhão em galpão situado na Rua Japon, em Rivera, Uruguai. No local, teria recebido a nota fiscal falsa que acobertaria a carga. Em juízo, o motorista alterou radicalmente sua versão afirmando ter carregado as laranjas em outro galpão, esse situado na Av. Pinheiro Machado, em Santana do Livramento. O motorista é funcionário de uma empresa de transportes cujo administrador também é réu, e afirmou que o serviço foi passado pelo empregador. Segundo o magistrado, a prova testemunhal de policiais federais que observaram o transporte na fronteira e acionaram a Polícia Rodoviária Federal respalda a tese da importação do Uruguai para o Brasil. “O depoimento dos policiais nesse sentido, apontando de forma expressa para a visualização do transpasse da fronteira pelo veículo transportador, vindo do Uruguai, e para o acompanhamento até a abordagem, coloca em xeque a alegação dos réus de que as laranjas seriam nacionais e teriam sido carregadas no Brasil”. O juíz ainda apontou que o evento foi devidamente documentado, inclusive com material fotográfico: tanto o galpão onde o caminhão estava no Uruguai antes de ingressar no Brasil, quanto os locais onde o motorista estacionou o veículo antes da abordagem. O magistrado julgou procedente a ação condenando cinco réus à pena de reclusão de dois anos e três meses, em regime inicial aberto. A pena restritiva de liberdade foi substituída por prestação de serviços à comunidade e prestação pecuniária de nove e 15 salários mínimos. Já o dono do galpão recebeu a pena de três anos de reclusão, em regime semiaberto. Como ele é reincidente, não cabe substituição da pena privativa de liberdade. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Nucom/JFRS (secos@jfrs.jus.br) Imagem ilustrativa (Freepik.com)
Inscrições para estágio em Direito no TRF4 estão abertas até o dia 19/11 (05/11/2025)
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) abriu hoje (5/11) inscrições para o processo seletivo de estágio para estudantes de nível superior de Direito, na área de Análise Processual. Os estudantes interessados em participar da seleção podem se inscrever até as 18h do dia 19/11 na página www.trf4.jus.br/estagios, na seção “Processos Seletivos Abertos”. Para se candidatar à vaga de estágio, o aluno deve estar regularmente matriculado no curso superior de Direito de instituições de ensino conveniadas com o TRF4. A relação completa das instituições conveniadas com o tribunal encontra-se disponível no seguinte link: https://www.trf4.jus.br/cAVxp. Além disso, o estudante deverá ter concluído, até o momento da inscrição, no mínimo, 30% e, no máximo, 65% dos créditos disciplinares do curso superior, independentemente do semestre em que esteja formalmente matriculado. Após realizar a inscrição, o candidato precisa enviar a documentação comprobatória para o e-mail selecao@trf4.jus.br no período entre 5/11 a 20/11. A divulgação das inscrições homologadas deve ocorrer até o dia 21/11. A seleção será feita por meio de prova que vai ser aplicada no dia 25/11, às 14h30, na sede do TRF4, localizada na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, nº 300, bairro Praia de Belas, Porto Alegre. A prova consistirá na realização de uma redação de caráter dissertativo a ser aplicada a todos os candidatos que tenham suas inscrições homologadas. A redação versará sobre um tema da atualidade a ser informado no ato de sua realização. A divulgação do resultado e da classificação final do processo seletivo deve acontecer até o dia 18/12 e o início do ingresso dos candidatos aprovados está previsto para a partir de 15 de janeiro de 2026. A carga horária de estágio no TRF4 é de quatro horas diárias e 20 horas semanais, no turno da tarde. O estagiário recebe um auxílio financeiro mensal no valor de R$1.547,15, além de um auxílio-transporte fixado em R$ 10,52 por dia de trabalho presencial. O edital com todas as informações do processo seletivo está disponível no seguinte link: https://www.trf4.jus.br/jltZW. Para esclarecer dúvidas ou obter informações adicionais, os interessados podem entrar em contato com o Setor de Estágios do tribunal pelo e-mail estagio@trf4.jus.br ou pelos telefones/WhatsApp (51) 3213-3358/3213-3876. ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br) (Imagem: Conteúdo Institucional/TRF4)
Justiça Federal marca presença na inauguração da Estação GAIA, do TJRS (04/11/2025)
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) e a Justiça Federal do RS (JFRS) participaram da inauguração da Estação GAIA nesta segunda-feira (03/11), no Tribunal de Justiça do Estado. Pela JFRS, marcaram presença o vice-diretor do Foro, juiz federal Paulo Paim da Silva, e o diretor da Secretaria Administrativa, Anderson Alves Elesbão. O TRF4 também se fez presente, na pessoa do juiz auxiliar da Presidência, juiz federal Eduardo Tonetto Picarelli. A Estação GAIA é um espaço com equipes multidisciplinares que atuam com metodologias ágeis, promovendo integração entre áreas e acelerando a entrega de soluções tecnológicas voltadas à melhoria dos serviços judiciais. O TJRS também apresentou novas entregas na área da Inteligência Artificial, como o lançamento do Comitê de Governança em IA, bem como as primeiras soluções do projeto ERP – Sistema Integrado de Gestão, o qual passa a ser denominado Sistema ÁGIL (Automação, Gestão, Inovação e Liderança) – e o agente de denominado GAIA Audiências Inteligentes, que realiza transcrição e resumo inteligente de audiências com destaque dos pontos relevantes. O juiz federal Paulo Paim da Silva parabenizou o TJRS “por sua visão de futuro e pela liderança na implementação dessas soluções judiciais e administrativas, colocando essa Corte como a mais avançada do País em Inteligência Artificial”. Para o vice-diretor do Foro da JFRS, a Estação Gaia “estabelece um novo patamar na busca pela celeridade processual, garantindo que a resposta do Judiciário chegue mais rapidamente à sociedade. Esta é a essência da inovação tecnológica no Direito: um motor que, com segurança e supervisão humana, transforma dados em agilidade e aprimora a prestação jurisdicional.” O evento reforça o compromisso dos órgãos do judiciário gaúcho e entidades relacionadas, com o desenvolvimento e compartilhamento de soluções e avanços tecnológicos. Estiveram presentes representantes do MP/RS, TJRS, DPE/RS, PGE, TRE/RS, TRT4, e Ajuris. Créditos: Com informações da DICOM/TJRSFotos – Eduardo Nichele – DICOM/TJRS (Foto Eduardo Nichele – DICOM/TJRS) (Foto Eduardo Nichele – DICOM/TJRS)
TRF4 realiza curso sobre a Reforma Tributária para magistrados e servidores da 4ª Região (04/11/2025)
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) está realizando o Curso sobre a Reforma Tributária voltado para desembargadores e servidores de Gabinetes com competência Tributária da corte e também para magistrados e servidores de Varas Tributárias de primeira instância. Tendo em vista as recentes modificações do Sistema Tributário Nacional, em razão da Emenda Constitucional nº 132/2023, o curso, promovido pela Escola de Magistrados e Servidores do TRF4 (Emagis), busca estudar a dimensão constitucional da reforma tributária, seus impactos econômicos e jurídicos, inclusive, no que toca à Justiça Federal e sua competência. A abertura das atividades aconteceu na tarde desta terça-feira (4/11) no Auditório da Emagis, no prédio anexo do TRF4, em Porto Alegre. No evento, estavam presentes o diretor da Escola, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, e o coordenador científico do curso, desembargador federal Leandro Paulsen. “O Tributário é um ramo do Direito que é muito dinâmico, está evoluindo bastante nestes últimos anos, e as questões que envolvem a Justiça em matéria tributária estão ficando cada vez mais complexas. Justamente por isso é importante que a Emagis ofereça esse conteúdo especializado para os magistrados e servidores da 4ª Região, ainda quando podemos contar com o conhecimento e a experiência do desembargador Paulsen, que, com certeza, é uma grande referência no campo do Direito Tributário”, destacou Leal Júnior na abertura do curso. Já o coordenador científico ressaltou que é oportuna a realização do curso neste momento pois as mudanças no Sistema Tributário brasileiro trazidas pela reforma já começam a ser aplicadas em janeiro de 2026. “Realmente tínhamos a necessidade de promover esse curso sobre a reforma agora, pois sempre é melhor trabalhar com antecedência do que a gente correr atrás quando começarem a chegar os processos. Assim, o curso vai desenvolver temas essenciais como contencioso tributário, regimes de tributação, arrecadação e princípios na reforma tributária, além de dedicar duas aulas para o estudo de conceitos aduaneiros e de conceitos contábeis, que também são fundamentais para quem trabalha com a jurisdição de competência tributária”, explicou o desembargador Paulsen. Dessa forma, o curso aborda os impactos jurídicos, administrativos e econômicos da Reforma Tributária, com foco nas mudanças constitucionais e infraconstitucionais. O curso possui carga horária total de 18 horas-aula distribuídas em seis encontros que acontecem nos dias 4, 6, 11, 13, 18 e 28 de novembro deste ano. As atividades são realizadas de forma presencial no prédio anexo do TRF4 e também à distância com transmissão pela plataforma Zoom para toda a 4ª Região. A metodologia do curso é de aulas expositiva-dialogadas com debates e estudos de caso. Mais informações sobre o evento, incluindo a programação completa das aulas, estão disponíveis na página oficial do curso pelo seguinte link: https://www.trf4.jus.br/JSAe9. ACS/TRF4 (acs@trf4.jus.br) A abertura do curso aconteceu no Auditório da Emagis no prédio anexo do TRF4, em Porto Alegre (Foto: Diego Beck/TRF4) O diretor da Emagis, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior (dir.), participou da abertura do curso (Foto: Diego Beck/TRF4) O desembargador federal Leandro Paulsen é o coordenador científico do curso (Foto: Diego Beck/TRF4) A atividade é voltada para desembargadores e servidores de Gabinetes com competência Tributária do TRF4 e também para magistrados e servidores de Varas Tributárias (Foto: Diego Beck/TRF4)
Cejuscon inicia Semana da Conciliação com reunião do Grupo de Trabalho sobre a Lagoa da Conceição (04/11/2025)
O Cejuscon da Justiça Federal de Santa Catarina deu início, nesta segunda-feira (3/11), à Semana Nacional de Conciliação, campanha promovida anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça. O lema deste ano é “Conciliar é legal” e o evento ocorrerá até o dia 7 de novembro. A reunião do Grupo de Trabalho da Lagoa da Conceição (referente à Ação Civil Pública nº 50047725120104047200) marcou o começo das atividades da SNC na JFSC. O Grupo de Trabalho, conduzido pelos magistrados Leonardo Müller Trainini (coordenador do Cejuscon/SC) e Charles Jacob Giacomini (6ª Vara Federal de Florianópolis), aborda, no âmbito conciliatório, questões estruturais e ambientais relativas a inúmeros processos no entorno da Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Dentre os encaminhamentos do Grupo, destaca-se a realização de audiência pública no início do próximo ano. Na programação do Cejuscon/SC durante a SNC também estão previstos: – Mutirão de Audiências Processuais com a CAIXA Econômica Federal: Estima-se que aproximadamente 50 processos serão tratados, com foco em danos morais e renegociação de dívidas. – Ações Voltadas à Conciliação Pré-Processual: Cerca de 20 Reclamações Pré-Processuais serão tratadas, envolvendo matérias protocoladas por entes institucionais como o Conselho Regional dos Representantes Comerciais (CORE/SC) e o Conselho Regional de Medicina Veterinária. – Audiência de Conciliação no âmbito do processo judicial 50267458120184047200 – questões estruturais e ambientais na orla da região do Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui, em Florianópolis. Texto: Cejuscon/JFSC () ()
Estagiários e estagiárias participam de evento que debateu inovação e carreira (04/11/2025)
O auditório do prédio-sede da Justiça Federal do RS (JFRS), em Porto Alegre, ficou repleto de jovens, estagiários e estagiárias, das mais variadas unidades da instituição, desde a área judiciária até a administrativa. O evento “A Voz do(a) Estagiário(a)”, realizado no dia 30/10, também contou com a participação remota daqueles que estagiam nas sedes do interior do estado, somando mais de 240 participantes. Na abertura, a diretora do Foro da JFRS, juíza federal Ingrid Schroder Sliwka destacou a alegria em realizar o presente evento. A iniciativa foi promovida colaborativamente entre o Laboratório de Inovação (iNOVATCHÊ) e a Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento Humano da instituição, com apoio da Seção de Estágios. O principal objetivo da atividade foi uma interlocução sobre Inovação no Judiciário e a celebração da atuação de estagiários e estagiárias da JFRS. Uma palestra sobre o tema foi conduzida pela coordenadora do iNOVATCHÊ, juíza federal Daniela Tochetto Cavalheiro, e pelo servidor laboratorista Patrick Costa Meneghetti. Eles também guiaram os participantes em uma jornada interativa sobre suas percepções sobre o programa de estágio, pontos altos e possíveis melhorias. Esse diagnóstico será entregue à área de gestão como diagnóstico. O segundo momento do evento foi uma roda de conversa com a presença dos dois palestrantes e também do juiz federal Fábio Dutra Lucarelli e dos servidores Tassiara Kich e Jean Rizzana. Os estagiários e as estagiárias puderam fazer suas perguntas, que foram respondidas pelos integrantes da instituição, que compartilharam suas experiências de trabalho, desde o ingresso por concurso público até o dia a dia de trabalho, suas alegrias, desafios e perspectivas. Os juízes e servidores apresentaram seus testemunhos de percurso formativo e progressão de carreira para guiar aqueles e aquelas que se interessem em voltar à Justiça Federal no futuro integrando seu quadro funcional. (NUCOM | JFRS) (NUCOM | JFRS) (NUCOM | JFRS) (NUCOM | JFRS)